Desafios e oportunidades da indústria 4.0

 

Desafios e oportunidades da indústria 4.0

A quarta revolução industrial poderá ser aplicada a diferentes segmentos de todos os portes.  Também conhecida como indústria 4.0, seu principal objetivo é o de adaptação às demandas dos clientes por meio de diferentes tecnologias, implementações e claro, modelos de negócios.

Muito além da “internet das coisas” os processos deverão ser adaptados e métodos inovadores serão capazes de criar uma grande vantagem competitiva para os negócios. E por ser um conceito relativamente novo no Brasil, neste artigo vamos conhecer um pouco mais sobre os principais desafios e oportunidades que a indústria 4.0 oferece.

Como as empresas vêm se preparando para esse modelo de indústria?

Pequeno infográfico com o que será mais importante na indústria 4.0, como: Consumo inteligente, manufatura inteligente, conectando ideias, etc.

O principal objetivo da indústria 4.0 é transformar as fábricas convencionais que conhecemos hoje, com suas linhas desordenadas e barulhentas, em verdadeiras “indústrias do futuro”. Os processos serão automatizados e as máquinas e equipamentos se comunicarão por meio de sensores e o processo de produção se tornará mais sustentável, prático, produtivo e eficiente.

A expressão Indústria 4.0 surgiu pela primeira vez na Alemanha, por meio de um projeto governamental e local de automatização das indústrias alemãs. Os profissionais da área já afirmam que é necessário começar a se preparar para esse novo modelo industrial, que promete chegar com tudo em outros pontos do mundo dentro dos próximos anos (Confira qual o perfil do profissional na indústria 4.0).

Quais serviços são esperados por essa nova indústria?

Por enquanto, a indústria 4.0 é baseada em seis diferentes pilares, que caracterizam os cenários possivelmente encontrados nas fábricas e indústrias daqui para frente:

  • Virtualização – com a criação de uma espécie de indústria inteligente na web para similar procedimentos;
  • Interoperabilidade – criar um sistema que conecte estações de montagens, suportes para peças, estocagem de produtos e outros serviços industriais com a internet das coisas – principalmente por meio de armazenagem de dados em nuvem;
  • Possibilidade de coletar, analisar e entregar dados em tempo real;
  • Descentralizar o poder, fazendo com que as máquinas também possam tomar decisões sem a intervenção dos profissionais da indústria;
  • Oferecer serviços e orientações por meio de computação em nuvem;
  • Adaptar as indústrias flexivelmente a novos requisitos de expansão e reposição de módulos.

Mão de engenheiro segurando smartphone com projeção em 3D de análises do setor.

Com o surgimento da indústria 4.0, os concorrentes diretos e indiretos prometem se tornar cada vez mais flexíveis, mais ágeis e preparados para oferecerem as mais variadas experiências para seus clientes e funcionários – o que evidentemente, também os transformam em mais competitivos.

No Brasil, o conceito está em processo de aceitação e as fábricas e indústrias brasileiras devem apresentar esse novo modelo a seus funcionários, e eles deverão estar preparados e capacitados para operar softwares e entender a tecnologia empregada. Confira abaixo um pequeno vídeo introdutório à Indústria 4.0.

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